Recordar é Viver

Adro da igreja em 1935.


Da esquerda para a direita: Francisco Sousa; Manuel Sousa Jorge; Augusto Sousa Jorge com o filho Luís Valdemar; António Silva (farmacêutico) com o Carlos Alberto Goucha ao colo e Francisco Sousa Jorge.
Atrás deste grupo, pode-se avistar à porta da loja do Sr. Matias, a sua esposa D. Lassalete com o filho Humberto. Também nas traseiras deste grupo, pode-se avistar o cimo do corêto e a igreja velha como era antes de ser aumentada.

 



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Vista do adro da Igreja nos anos 60.


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Estação da CP nos anos 50. Devido à poucanitidez da foto, não se consegue identificar os presentes.



Esta fonte do Eguins foi construída pelo Sr. Manuel de Almeida que agora reside em Palmela. A data da construção deverá rondar o ano de 1947. Muito se orgulha hoje dessa obra o Sr. Manuel, principalmente dos candeeiros que lá colocou! O Homem era natural de Viseu e foi durante esta obra que conheceu a esposa no Eguins. Toda a canalização desde a nascente, no lugar das Sugueiras, perto da nascente do Arunca, foi feita também por ele. Teve de ir buscar a Ansião todas as pedras da fonte e as que foram utilizadas no tanque de captação,. A tubagem da água desde a nascente até à fonte foi mesmo a parte mais trabalhosa visto ter de contornar tudo o que eram canteiros e hortas.

Por volta de 1996 foi retirada para trás e cerca de 11 anos depois deixou de ter água.

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Esta foto foi-me enviada de S. Paulo, Brasil, por mail em Novembro de 2010 pelo Sr. Sérgio Simonato genro do Sr. Diamantino Malho, um destes alunos, e que emigrou para o Brasil em1939. A foto é uma recordação do exame do segundo grau da escola primária de Albergaria dos Doze, que funcionava no Castelo, foi tirada em 19 de Julho de 1933, atrás da casa onde estava a residir a professora, na Rua da Vinha – Eguins.

Da esquerda para adireita temos: Jacinto Gameiro Lopes Júnior (Tropa), dos Poços; ManuelAlexandre (Rato), dos Poços, falecido no Brasil; Manuel Gameiro Alexandre(Cartola), do Outeiro, falecido; Manuel das Neves (Canhiço), dos Poços,falecido; Diamantino Malho (Pucarinha), das Cavadinhas, falecido no Brasil;Maldonado Malho Monteiro, dos Poços; Professora D. Ermelinda da Costa Marques;José Malho, dos Poços, falecido; filho da professora; Manuel Francisco Alfaiate(Pote), dos Poços e Manuel Gameiro (Russito), do Serradinho, falecido.

Um fortea gradecimento ao Sr. Sérgio Simonato e também ao Sr. Jacinto Gameiro LopesJúnior por ter identificado a turma toda!


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Quando em 1978 o Arcuda tinha viva a sua secção cultural realizou na sua sede da época, a igreja velha, um concurso que se chamava: A Vaca da Cornélia, uma imitação do mesmo concurso que na altura brilhava na televisão em Portugal.
Numa das sessões, actuou o grupo As Frenéticas Albergarienses constituído pelas "meninas": Carlos José; Arménio "Rebola"; Carlos Benzinho; Carlos Guapo; Paulo Malho e Manuel Romeu.
As verdadeiras Frenéticas era grupo de dançarinas Brasileiras muito famoso à data por causa duma telenovela. Eram para vir a Lisboa, vieram os "sósias" a Albergaria !
Nesta última foto vemos o artista Manuel Romeu a alçar a perna, como era "chui" da PSP, devia ser para libertar algum "preso" ...



Estas duas fotografias referem-se a uma homenagem, apresento um recorte dum jornal de Pombal datado de 17 – 10 – 1965 :

« PELAS FREGUESIAS – De Albergaria dos Doze:
O Sr. Prof. Bernardino de Almeida Ferro e sua excelentíssima esposa, D. Maria Pires Pombo, homenageados em Albergaria dos Doze pelos seus antigos alunos e amigos.

ALBERGARIA DOS DOZE, 17
- Como fora previamente anunciado, os antigos alunos, alunas e amigos do Sr.. Prof. Primário Bernardino de Almeida Ferro e sua esposa D. Maria Pires Pombo, prestaram-lhe hoje significativa homenagem, que constou de missa celebrada na igreja paroquial por alma dos alunos e amigos já falecidos, e de um almoço de confraternização realizado no Salão do Café Guapo, que decorreu num ambiente elevado e de sã e franca camaradagem.
Aos brindes, recordando passagens da sua vida escolar de há cerca de 40 anos, e enaltecendo as qualidades profissionais e pessoais dos homenageados, falaram os seus antigos alunos Eng. Manuel José Francisco Pimpão, Prof. Jacinto Simões de Oliveira, nosso correspondente na localidade, Luís Carvalho Goucha, Secretário de Finanças em Abrantes, Dr. José Miguéis Simões Vieira, Consultor Jurídico da Emissora Nacional, Dr. Carlos Costa, Governador Civil-Substituto de Coimbra e Dr. Rui Pestana, Juiz da Procuradoria Geral da República.
Entre os convivas, em número superior a cem, encontravam-se as pessoas mais representativas da localidade, industriais, comerciantes, engenheiros, médicos, licenciados em economia e finanças, lavradores, professores, etc., que foram alunos dos homenageados.
Para comemorar tão festiva data, foram oferecidos aos insignes professores ramos de flores e um objecto de arte.
No final e visivelmente comovido, proferiu um notável discurso o Sr. Prof. Bernardino de Almeida Ferro, agradecendo este gesto de gratidão em seu nome e de sua Esposa.

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A terra vivia os finais dos anos 50. A população que assistia às missas na igreja paroquial de então, hoje Centro Cultural Padre Petronilho, já era muita - muitos já não cabiam no interior. Havia a necessidade de construir um Templo novo e de muito maiores dimensões.
O pároco da altura era o Rev.º Pe. Manuel Ferreira, vendo essa carência foi falar com o Sr. César de Sousa Neves, proprietário duma enorme quinta na Cerca dos Cogumelos. O Sr. César deu logo o terreno para a igreja e para a casa paroquial. Como a foto nos mostra, os homens e as mulheres da paróquia, bem alimentados pela Sra. D. Lina Gameiro, esposa do Sr. César, com as suas enxadas prepararam o terreno e no dia 15 de Agosto de 1958 o Sr. Bispo de Leiria D. João Pereira Venâncio lançou e benzeu a primeira pedra da sua construção.


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Devido às obras de remodelação da Linha do Norte, no troço Albergaria dos Doze - Alfarelos (Granja do Ulmeiro) iniciadas em Maio de 1997, este depósito de água da CP com a capacidade de 200.000 litros teve de desaparecer.
Construido por volta de 1940, foi desmanchado em Outubro de 1997 e levado para o Entroncamento.
Por causa dum progresso doentio (centralizador) e por falta de autarcas municipais que defendessem a sua permanência, apresentando soluções para evitar a demolição, a terra perdeu um simbolo-identificativo que acolheu parte da sua famosa água durante cerca de 60 anos. Mágoas não faltam !
Os de fora mandam em nós, o prejuízo económico e patrimonial É NOSSO !!!
Saudades da verdadeira Albergaria dos Doze, aquela que já se foi ! Dela sou saudosista !


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Estas duas fotografias foram tiradas por mim (assim como outras já expostas) e referem-se a uma "plantação" de helicópteros de apenas uma hora e pouco no antigo Campo (hoje Estádio) Val das Éguas a meio do dia 19 - 4 - 1989.
Estes 5 helicópteros pertenciam à BETP - Base Escola de Tropas Pára-quedistas e aterraram aqui porque transportavam deputados e governantes que vieram à vizinha Pederneira visitar um acampamento de militares que estavam em exercícios na região.

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Esta foto é de mais um acidente de comboio ocorrido na nossa terra. Este aconteceu às 6 horas e 55 minutos do dia 11 de Março de 1992. Certamente devido a uma falha humana, dois comboios colidiram a poucos metros da Estação de Albergaria dos Doze.
O comboio que vinha de Caxarias, portanto que se deslocava no sentido sul - norte, acabara de recomeçar a viagem depois de parar na estação para entrarem e saírem passageiros. Segundo testemunhas, o recomeço da marcha fez-se com o sinal ainda vermelho. Assim, poucos metros mais à frente chocou com o comboio que vinha no sentido contrário, norte - sul, no preciso momento em que ele iniciava a mudança de linha (para a linha 3, a linha de desvio ou de resguardo). Passados 2 minutos chegaram ao local os bombeiros da 5ª secção (como sabem, o quartel fica próximo), 15 minutos depois já estavam a transportar feridos para o hospital de Pombal, aliás, o primeiro ferido entrou no hospital 20 minutos após o acidente.
Ao local da tragédia foram chegando bombeiros de outras corporações. Ao todo actuaram 112 bombeiros, com 35 ambulâncias e 12 viaturas de apoio.
Em suma, 3 mortos e 31 feridos, alguns destes Albergarienses. A foto é do comboio que vinha no sentido norte - sul
.


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Mais uma fotografia de 1958 dos Homens e Mulheres da freguesia que trabalharam no desaterro do terreno da igreja nova.






CARTARIA - The Kwent´s em 1979





Apresento 3 fotos do antigo conjunto musical The Kwent’s (Os Quentes, como alguns lhes chamavam).
A primeira mostra-nos os elementos da banda no inicio em Paris.
A segunda é um cartaz da banda em Paris.
A terceira é já em Portugal e mostra-nos a formação sénior em pé, da esquerda para a direita temos :
Agostinho Lopes (proprietário, maestro e baixo); Carlos Farinha (voz); Mário Simões; Lelito Duarte e Rui latoeiro (bateria).
A formação júnior em baixo, da esquerda para a direita temos :
Isménio; Vítor Lopes (baixo); Luís Neves e Fernando Paulo (bateria).

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Em 1963 realizou-se um Cortejo de Oferendas a favor das obras de construção da Igreja Paroquial. Para abrir caminho ao desfile contrataram-se os motards da época !



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Esta era a equipa de jogadores seniores, técnicos e directores do Arcuda na época de 1993 - 94.


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Equipa masculina de atletismo do Arcuda em 1988.
Em cima em pé da esquerda para a direita:
David Marques; Fernando Maia (também treinador); Eduardo Henriques (também treinador e director do clube); Ezequiel Pimenta; Pascoal Oliveira; e David Oliveira.
Em baixo pela mesma ordem:
Nuno Rodrigues; Paulo Neves; Vitor Silva; Miguel Oliveira e Miguel Maia.


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Comunhão Solene de 1934 com o padre Manuel de Oliveira.


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II Tuna de Albergaria dos Doze em 1923.


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Grupo de teatro que existiu em Albergaria dos Doze entre finais dos anos 60 e princípios dos anos 70.


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Grupo de amigos na fonte do Adro da Igreja em 1942, em frente da antiga farmácia (a sede, armazém e escritório da A.D.A.)


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Estas duas fotos são da inauguração da actual Igreja Paroquial em 2 – 2 - 1964.
Na primeira temos:
Hermenegildo R. Morgado; José Vieira (Regedor); António G. L. da Costa; António Sisudo e Eng. Manuel J. Francisco Pimpão.
E na segunda temos:
Professor Jacinto Simões, Dr. Albino R. Costa; Hermenegildo R. Morgado; o bispo de Leiria D. João Pereira Venâncio e Diamantino Santos – da Cartaria.


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Grupo de jovens em 1969.

 

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Actualmente a leccionar na Escola Pré-primária de Albergaria dos Doze, a educadora de infância Isabel Goucha iniciou o gosto pela profissão em 22 - 10 - 1968 com este grupo de alunos.


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Nesta equipa de Juvenis do ARCUDA da época 82/83 .
Temos da esquerda para a direita, em pé:
Treinador Vitor “Russo”; Rui Goucha; António “Cação”; Zé Alfaiate; Paulo Neves; Aurélio Rua; Fernando Rodrigues; Manuel Carlos e Armando “Vindima”.
Pela mesma ordem, em baixo :
Marco Monteiro; Pedro Miguel; Fernando Rosa; Carlos Branco; Filipe Jorge; Miguel Costa e o Guarda-redes Agostinho Faz-bulha Simões.








A 5 de Dezembro de 1959, explodia uma caldeira num comboio com tal intensidade, que os fragmentos da caldeira cortaram pinheiros a mais de cem metros de distância.

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Rancho Folclórico de Albergaria dos Doze

Já existiu um rancho em Albergaria dos Doze. Era formado por, mais ou menos, trinta pessoas, na maioria, jovens da Terra.
No rancho havia vários instrumentos: acórdão, violino, bandolim, saxofone, ferrinhos, cântaro e viola.
Eles cantavam e dançavam marchas com letras sobre Albergaria dos Doze.
Os rapazes do rancho vestiam calças pretas e camisa branca e as raparigas vestiam saias escuras, avental, blusas claras e lenços na cabeça. Além das marchas, este rancho também dançava viras e outras danças da roda.
Este rancho acabou porque alguns dos seus membros saíram de Albergaria, outros casaram-se e saíram do rancho e não existiram iniciativas para que voltassem a dançar.


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Em 26-04 de 1997, foi inaugurada a bancada do então pelado Estádio Vale das Éguas. Realizou-se um jogo de futebol, o resultado final foi:


Velhas Glórias do Arcuda > 3 - Câmara M. Pombal > 1

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Em 3 de Julho de 2005 foi inaugurado o piso sintético do Estádio Vale das Éguas.
Houve festa, realizaram-se vários jogos. Um deles foi entre Velhas Glórias do Arcuda e a equipa sénior.

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Em 1968 o saudoso Sr. Manuel da Costa fundou o Externato Liceal de Albergaria dos Doze. Primeiro funcionou em sua casa, depois mudou para as actuais instalações na Rua do Colégio.
No ano lectivo 1970/1971 os seus funcionários, professores e alunos eram estes.

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Excursão de Albergarienses no verão de 1948 a Alcobaça, Nazaré e Caldas da Rainha

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O Sr. Padre António Bento treinou e orientou esta equipa e no dia 31 de Julho de 1977 ela fez a Comunhão solene.

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Em 20 de Junho de 1993 realizou-se em Albergaria dos Doze a Recreação do Passado. Junto à estação reviveu-se a chegada do peixe.

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Este local, agora chama-se: Praça da Igreja Velha mas durante muitos anos foi conhecido por: Adro da Igreja. De finais dos anos 40 aos inícios dos anos 60 teve este visual.

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Esta foto é duma procissão no antigo Adro da agora Igreja Velha. Perguntei a algumas pessoas mas não sabem de que ano é, nem o que significa M. A. nos arcos. Quem souber, agradecia que me dissesse.


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Esta benção realizou-se no verão de 1951 aquando da visita da Imagem Peregrina da Nossa Senhora de Fátima à paróquia



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Turma masculina de 1942 da Escola Primária de Albergaria, que funcionava no Castelo, com a professora D. Júlia da Conceição Bernardo.


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Foto dum casamento entre 2 Albergarienses (por acaso meus tios: Laurinda e Luciano) em 1945.

2 comentários:

Anónimo disse...

Vivi em Albergaria dos Doze dos 6 aos 18 anos e ver estas imagens arrepiam-me. Será sempre a minha aldeia :-)

Anónimo disse...

Eu sou o Diamantino Alexandre Guapo, nascido em Eguins (Albergaria dos Doze),em 04/01/1951, filho de Diamantino Guapo e Almerinda Gameira, conhecida também como Almerinda Alexandre, tenho um irmão que chama-se Victor Alexandre Guapo, que mora em Santos-SP (Brasil).
Viemos para o Brasil em Setembro de 1951. Hoje, moro em Uberaba-MG (Brasil), e descobri que tenho um primo de primeiro grau que é Padre, ele se chama Diamantino Guapo Antunes.
Gostaria, se possível, de mais informações sobre a minha família Guapo.
Obrigado.

obs: gostaria de saber o seu nome e de qual região você é. Espero Resposta, ainda mais, espero manter mais contatos com você.